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Debate sobre melhoramento genético aproximou produtores e pesquisadores
30/11/11 - Joinville recebeu durante a 73ª Festa das Flores o XVIII Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais e o V Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos de Plantas. Dario Bergemann participou como um dos debatedores na mesa redonda que discutiu o melhoramento genético em ornamentais.
Ao lado da pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, dra. Luciana Alves Fogaça, o pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas, dr. Antonio Fernando Caetano Tombolato, apresentou para acadêmicos e produtores algumas experiências realizadas na área e Dario Bergemann comentou o caso bem sucedido da Agrícola da Ilha.
O encontro esclareceu o funcionamento dos convênios entre instituições públicas e privadas e os papeis que ambas as partes desempenham quando há um trabalho científico envolvido.
Para o debatedor, foi importante salientar que as pesquisas de melhoramento genético demandam tempo, em geral, muito maior do que os produtores imaginam. “O trabalho é longo, pesquisa não é feita em seis meses, mas em cinco ou seis anos”, enfatizou Dario.
A compreensão de questões como essa é fundamental para que as parcerias entre pesquisadores e produtores sejam positivas e se convertam em cultivares mais atraentes para o mercado e no aumento da produtividade.
Um congresso dessa magnitude proporciona aos produtores a oportunidade de buscar assessoria científica para melhorar a qualidade de seus produtos, dos processos e do funcionamento da propriedade como um todo. Por outro lado, os estagiários e demais profissionais que entram em contato com os produtores ganham espaço para desenvolver seus trabalhos fora dos laboratórios das universidades.
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